A palavra é OBRIGADO, assim mesmo, em caixa alta, gritado a plenos pulmões!!
Obrigado à tribo do Facebook, pelos registros de amizade e a beleza das mensagens.
Obrigado à família, família que me envolveu da melhor forma possível.
Obrigado aos que vieram de longe, obrigado aos que me ligaram, obrigado aos que me escreveram, obrigado pelo som de tantas vozes em volta da churrasqueira, conversando enquanto a fumaça subia.
E teve bolo, presença de neta, de filha, de filho. E Pablo que, lá do Chile, entrou na roda via Skype.
Duas tias, duas queridas pessoas da geração acima da minha que participaram da roda, roda de muito carinho, de muito bem-querer.
Sobe fumaça, chega gente. Chegam amigos, amigos antigos, novos amigos, amigos convidados de última hora, amigos que são presença em todas as brincadeiras.
Pisei na bola, não convidei quem gostaria de ter ido. Posso pedir desculpas?
Ausência sentidas. Presenças encantadoras. Água rompe a barreira dos olhos quando a emoção toma conta, inflada pelo carinho, pelo bem-querer revelado nos abraços, nos sorrisos inesquecíveis.
A cada um, muito obrigado. A todos, muito obrigado. Muito obrigado a Amélia, que preparou o peixe da sexta-feira. Obrigado a Claudia pelo excelente bolo de chocolate - muito bom - que comi com gosto.
Que seja a festa. Que amigos e família possam se reunir para celebrar a vida, para agradecer a Deus a beleza do astral que nos conduz. Obrigado pela emoção que sacudiu a vida durante três dias. Obrigado a Dil, sempre na retranca da inevitável confusão.
Obrigado aos anjos que me permitiram viver para festejar. Santos, orixás, guias: Um muito obrigado a essa sentimento que me permite ser feliz. Ser feliz e gostar da vida. Obrigado!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Vida vivida. Sofrida vida, alegre vida de um caminhante sem tréguas. Por amor andei, por fé me movi, corri, sonhei poesia entre amores e de amor carreguei a vida.
Fugi de brigas, enfrentei brigas, colhi os frutos do que plantei. Nem todas as metas aconteceram, nem sempre o vento foi favorável, nem sempre o texto me alimentou.
Caminheiro. Apaixonado. Apaixonado pela flor no jardim, capaz de atravessar a rua olhando para o céu e levar a bronca do tio, que vinha em sentido contrário.
Hoje, as pernas cansadas, ainda planto esperança no caminho em que vou. Vou acompanhado, acompanhado - às vezes só - vou na rota do sentir a vida refeita a cada dia.
Que bom os filhos, que bela é a festa, a festa sem a morte, a festa pela festa, para que as pessoas se reencontrem, cantem, vibrem porque não quero perder a tradição das almas juntas, num feitio de oração para agradecer a existência de todos nós.
Gente, como é bom cada elogio, cada presença, cada beijo, cada abraço vindo da simples amizade, do carinho, do amor registrado em cada postagem desse Face.
Tem qualquer coisa errada no meu peito. Nasci urbano, cresci praiano, mas é no sertão que quero ver a lua iluminar a mata, quero ouvir, bem cedo, canários e sabiás.
Mas nesse peito torto ainda há espaço para fazer da saudade a certeza de que viver - perigoso viver - é uma questão de gostar do caminho, apesar das inevitáveis tristezas.
Os troféus não são poucos. Filhos, filha, netas, neto me cercam com alegria. Amigas, amigos andam sempre comigo. A riqueza de um homem é este baú de afetos, que gosto de exibir sem medo. Tem ainda o embornal da saudade, onde histórias se escondem e se mostram.
Ainda resta a fé, fé sem religião, fé que levo comigo, fé num mundo melhor - não sei como - fé num Deus de ternura que me conduz pelo mundo. Se o amor entornar do peito, mil perdões. Assim é o meu jeito simples, simples jeito de viver.
Fugi de brigas, enfrentei brigas, colhi os frutos do que plantei. Nem todas as metas aconteceram, nem sempre o vento foi favorável, nem sempre o texto me alimentou.
Caminheiro. Apaixonado. Apaixonado pela flor no jardim, capaz de atravessar a rua olhando para o céu e levar a bronca do tio, que vinha em sentido contrário.
Hoje, as pernas cansadas, ainda planto esperança no caminho em que vou. Vou acompanhado, acompanhado - às vezes só - vou na rota do sentir a vida refeita a cada dia.
Que bom os filhos, que bela é a festa, a festa sem a morte, a festa pela festa, para que as pessoas se reencontrem, cantem, vibrem porque não quero perder a tradição das almas juntas, num feitio de oração para agradecer a existência de todos nós.
Gente, como é bom cada elogio, cada presença, cada beijo, cada abraço vindo da simples amizade, do carinho, do amor registrado em cada postagem desse Face.
Tem qualquer coisa errada no meu peito. Nasci urbano, cresci praiano, mas é no sertão que quero ver a lua iluminar a mata, quero ouvir, bem cedo, canários e sabiás.
Mas nesse peito torto ainda há espaço para fazer da saudade a certeza de que viver - perigoso viver - é uma questão de gostar do caminho, apesar das inevitáveis tristezas.
Os troféus não são poucos. Filhos, filha, netas, neto me cercam com alegria. Amigas, amigos andam sempre comigo. A riqueza de um homem é este baú de afetos, que gosto de exibir sem medo. Tem ainda o embornal da saudade, onde histórias se escondem e se mostram.
Ainda resta a fé, fé sem religião, fé que levo comigo, fé num mundo melhor - não sei como - fé num Deus de ternura que me conduz pelo mundo. Se o amor entornar do peito, mil perdões. Assim é o meu jeito simples, simples jeito de viver.
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