Tratamento e morte
Dia 4 de dezembro fazem 100 dias que meu pai morreu.
Logo depois, encaminhei ao Ministério Público pedido de apuração de possível erro médico. Papai, aos 88 anos, foi vítima de uma sonda, que lhe rompeu um vaso e fez com que ele broncoaspirasse o sangue.
A partir daí, a vida dele foi só agonia.
Na minha cabeça, uma pergunta:
A violência do tratamento de um paciente forte por um lado e com a saúde comprometida de outro se justifica?
Por que não o deixaram ir morrer em casa?
Para que tanta crueldade, tanto sofrimento?
Só agora a polícia terá condições de começar a ouvir os médicos em Araruama, mas a advertência já foi feita:
A influência política - leia-se poder real - pode atrapalhar as investigações, até mesmo substituindo pessoas na delegacia.
Vamos ver o que acontece.
Tião Freitas - 21/11/2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
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