Um velho, seu caiaque. E aí vou eu, na lagoa de Araruama, curtindo sal e sol, apesar da poluição que ainda é grande nas águas da Praia Seca. Em dia de vento, a espuma se acumula na areia, como se fosse a descarga de uma grande máquina de lavar.
Se melhorou? Sim. Faz pouco mais de um ano, o cheiro era insuportável. Chegava ao comércio, impedia o banho de quem se aproximasse da água. Nessa época, pisei na borda da lagoa e, por pouco, não me deixavam mais entrar no carro.
Hoje, tem-se notícia de que as perumbebas voltaram, de que o camarão habita a lagoa. Em compensação, aquela água cristalina, translúcida, só existe na cabeça de quem viu outro tempo. Já inauguraram o viaduto. Falta arrombar o canal. O resultado será bem diverso do meio-ambiente que existia antes. A conferir.

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