sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

E o carnaval terminou.
Já gostei de carnaval.No tempo da Ed. Abril, cobri a festa para a revista Intervalo - uma revista voltada para programas de tv. E tive um mestre interessante: Albino Pinheiro. Nesse tempo, os desfiles aconteciam na Av. Presidente Vargas, em frente à Candelária.
Tempo passa, a gente muda a vida - melhor, a vida muda a gente, parece água de enchente, batendo com a gente por todo canto - e carnaval ficou longe dos meus pés, das minhas pernas que não aguentam mais dançar.
Carnaval, apesar da chuva, foi de praia, no mar gostoso de Praia Seca.Não adianta praga de médico - vai torcer a perna - continuo gostando das ondas, apesar do medo da praga.
Carnaval de estrada cheia, noticiário de acidentes, de muita imprudência: alta velociade, ultrapassagens imprudentes.
Mas o carnaval das placas de trânsito não terminou. Em Niterói, o radar limita a velocidade em 60 km. Logo a seguir, tem uma placa de 40 km.
Entre Niterói e Araruama tem radar de 80, de 70, de 60 e de 50. Uma festa. Concordo que o limitador de velocidade tem sua função, mas eu só queria entender o critério, mas nada.
Fico imaginando:
- Olha, o estoque de placas de 30 está muito grande.
- Faz o seguinte: semeia todas elas na Caetano Monteiro.
A estrada Caetano Monteiro, em Niterói, tem sinal com radar de 40 logo após uma curva. E placas de 30. Isso em pista dupla, em lugar de densidade populacional relativamente baixa.
E a festa da popuição visual?
Motorista precisa ver placa de trânsito. Tem placa de venda de esterco, de churrascaria, de material de construção e até de "bala-ostra", a nova denominação de balaustre.
Polícia de trânsito?
Tá brincando? Quem disse que o carnaval acabou?
Tião Freitas, 8/02/2008

Nenhum comentário: