segunda-feira, 9 de junho de 2008

Arco e flecha

Um país, uma ilha começa a sumir.
Os ventos enfurecem o mar.
Acidente na baía de Guanabara, destruição no Rio Grande,
pequenos tornados em Santa Catarina.
A terra treme em Sobral, no Ceará.
E a fome - um enorme fantasma mundial - cresce principalmente nos países pobres.
A população do mundo aumenta.
Não há mais áreas disponíveis para plantio, a não ser no Brasil, alguma coisa na Oceania e na África.
Buscamos petróleo: o Brasil promete.
Enquanto isso, as populações crescem, envoltas em celulares, cds, shows, bailes funk, etc. Carnaval perde status para a loucura renovada das festas, tanto da classe média, quanto nos bairros pobres. Uso de substâncias tóxicas é o que mais acontece.
Eu não posso andar armado, mas o bandido pode. Eles podem andar de moto se capacete, podem andar de carro sem placa.
O cidadão comum paga imposto, é obrigado a ter CPF, identidade, etc e não tem que o proteja. Chame a polícia em caso de perigo. Que polícia?
Que político?
Bandidagem geral. Pessoas em pânico.
Só me res comprar um arco e flecha.

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