terça-feira, 22 de abril de 2008

Fome no mundo

Energia sempre foi problema no mundo. Quando, pela primeira vez, o barril de petróleo quebrou a barreira dos 20 dólares, parecia que a economia do mundo se transformaria num caos.
A busca de alternativas - energia eólica, bio-combustível, energia das marés são algumas das possibilidades.
Vamos pular para este ano: barril de petróleo a mais de 117 dólares. Austrália com 10 anos de seca, o que parece mudança climática. Guerras pelo mundo. Aumento de demanda por alimentos em países emergentes: China, Índia, Brasil.
O país que tem terras para aumentar produção agropecuária é o nosso. E muitas pastagens, que eram exploradas de forma intensiva, viram campo de produção agrícola, numa interação interessante com a pecuária. Com isso, via plantio direto, muitas áreas consideradas degradadas estão sendo recuperadas.
No fina da décaa de 70, alguns pesquisadores d Embrapa temiam que a cana, ocupando áreas antes usadas para plantio de alimentos, se tornasse vilã do desabastecimento. Isso não aconteceu. A agricultura se espalhou por outras terras e o Brasil, ano a ano, produz maiores quantidades de alimentos.
Só que há nações no mundo com fome.
Brasília teve o mérito de criar o país do interior. É este País que produz alimentos, fibras e energia, como propõem os líeres do agronegócio brasliero.
As críticas ao biocombustível são recentes e se tornam fortes porque o resto do mundo usa grãos para gerar energia. Além de tudo, os subsídios pagos são gigantescos, tanto na Europa, quanto nos Estados Unidos.
Petróleo em alta, fertilizantes em alta. Custo de produção com aumento da ordem de 100%.
Inflação de alimento na Áfica da ordem de 40%.
Um relator a ONU considera crime contra a humanidade produzir biocombustíveis, em detrimento de lavouras que produzam comida.
O velho navio da produção gropecuária precisa ter seu curso alterado.
Brasil, celeiro do mundo. Só resta produzir para o mundo e deixar o povo daqui com fome. .

Nenhum comentário: