O sorriso do bandido, o adeusinho na frenta da câmera foi um deboche. Mais deboche quando os policiais encontraram corpos carbonizados, ainda fumaçando, como se fosse o resto de um churrasco macabro.
Enquanto o Estado investe em segurança para transportar o bandido, ele e outros formam um comando e determinam mortes nos pontos de droga.
Bandidos fecham comércio, colocam barreiras em ruas, andam armados - e muito bem - por toda a cidade.
O cidadão comum, maioria silenciosa, paga impostos e se impõe verdadeiras prisões domicilares: é perigoso sair à rua.
Pelo menos um ladrão teve a ética de devolver uma criança ao mesmo tempo em que julgou e condenou os pais do menino: Se acontecer de novo, o homem morre.
Bandido tem lei. Aos demais, sobra o consolo, a sorte de não topar com bondes, bandos ou coisas semelhantes. Não há limites para ações dos bandidos.
E tem candidato aí - virgens puríssimas - prometendo mundos e fundos. A gente precisa votar. Mais como?
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
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